sexta-feira, 30 de março de 2012
sábado, 10 de março de 2012
Queen – História Ilustrada da Maior Banda de Todos os Tempos – Livro de Phil Sutcliffe

O jornalista inglês Phil Sutcliffe lançou, “coincidentemente” no dia que se completa 20 anos de morte de Freddie Mercury, a biografia “Queen – História Ilustrada da Maior Banda de Todos os Tempos”. O livro do Queen, que foi publicado no Brasil pela editora Globo, faz uma homenagem à aquela que foi uma das maiores bandas de rock do planeta.
O livro do Queen conta a trajetória da banda nesses 40 anos de existência, desde a origem universitária em Londres até os dias de hoje, sem esquecer do auge aonde a banda realizava shows apoteóticos pelo mundo e desvenda o que existe por trás desse amor incondicional dos fãs e os conflitos com a crítica. Inclusive, foi em uma dessas turnês que o Queen se apresentou no Brasil, realizando uma megaprodução para a época no estádio do Morumbi, em São Paulo. Naquele ano (1981), a banda se tornou o primeiro grupo estrangeiro, estando no auge da carreira, a se apresentar no país.
lém de contar como foram criados sucessos como “Bohemian Rhapsody”, “We Are the Champions”, “Another One Bites the Dust”, o livro dispõe de mais de 500 imagens de arquivo pessoal dos integrantes, shows, convites, panfletos, ingressos, discografia completa (com comentários inéditos de jornalistas de música), entre outros, tudo relacionado ao Queen. A biografia conta também com depoimentos dos integrantes da banda, empresários, produtores e algumas celebridades que, antes de mais nada, eram fãs do Queen. Entre eles estavam Slash (Guns N’ Roses), Rob Halford (Judas Priest) e Tommy Lee (Mötley Crue).
Freddie Mercury, com seus saltos acrobáticos e gestos exagerados combinado à uma voz inigualável era a personificação da banda. Em 1991, o Queen já não fazia mais shows, muito menos emplacava um sucesso há alguns anos então quando ele faleceu decorrente de complicações causados pela Aids, o baixista John Deacon, deixou a banda e a carreira musical em memória do grande amigo. May e Taylor continuaram com a banda e hoje a banda conta com o ex-”American Idol” Adam Lambert. O grupo até promete lançar em 2012 um álbum de faixas inéditas que terão inclusive um dueto nunca antes lançado de Freddie Mercury e Michael Jackson gravado no início da década de 80.
Phil Sutcliffe publicou uma obra recheada de histórias, depoimentos e imagens, credenciando a biografia “Queen – História Ilustrada da Maior Banda de Todos os Tempos” como item indispensável para colecionadores, adoradores ou simplesmente fãs dessa que ainda é uma das bandas de rock mais populares e influentes do mundo.
Fonte:
O livro do Queen conta a trajetória da banda nesses 40 anos de existência, desde a origem universitária em Londres até os dias de hoje, sem esquecer do auge aonde a banda realizava shows apoteóticos pelo mundo e desvenda o que existe por trás desse amor incondicional dos fãs e os conflitos com a crítica. Inclusive, foi em uma dessas turnês que o Queen se apresentou no Brasil, realizando uma megaprodução para a época no estádio do Morumbi, em São Paulo. Naquele ano (1981), a banda se tornou o primeiro grupo estrangeiro, estando no auge da carreira, a se apresentar no país.
lém de contar como foram criados sucessos como “Bohemian Rhapsody”, “We Are the Champions”, “Another One Bites the Dust”, o livro dispõe de mais de 500 imagens de arquivo pessoal dos integrantes, shows, convites, panfletos, ingressos, discografia completa (com comentários inéditos de jornalistas de música), entre outros, tudo relacionado ao Queen. A biografia conta também com depoimentos dos integrantes da banda, empresários, produtores e algumas celebridades que, antes de mais nada, eram fãs do Queen. Entre eles estavam Slash (Guns N’ Roses), Rob Halford (Judas Priest) e Tommy Lee (Mötley Crue).
Freddie Mercury, com seus saltos acrobáticos e gestos exagerados combinado à uma voz inigualável era a personificação da banda. Em 1991, o Queen já não fazia mais shows, muito menos emplacava um sucesso há alguns anos então quando ele faleceu decorrente de complicações causados pela Aids, o baixista John Deacon, deixou a banda e a carreira musical em memória do grande amigo. May e Taylor continuaram com a banda e hoje a banda conta com o ex-”American Idol” Adam Lambert. O grupo até promete lançar em 2012 um álbum de faixas inéditas que terão inclusive um dueto nunca antes lançado de Freddie Mercury e Michael Jackson gravado no início da década de 80.
Phil Sutcliffe publicou uma obra recheada de histórias, depoimentos e imagens, credenciando a biografia “Queen – História Ilustrada da Maior Banda de Todos os Tempos” como item indispensável para colecionadores, adoradores ou simplesmente fãs dessa que ainda é uma das bandas de rock mais populares e influentes do mundo.
Fonte:
P.S.. Eu já li o livro.. Maravilhoso.... Imperdível aos fãs de Queen!!!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
DSR- Fotos do show de 2012 e realese
Quer ver algumas fotos do show que ocorreu no dia 03/02/12, o qual tivemos parceira ( novamente) com a casa Via Funchal e claro, cobrimos o mesmo?
Acesse o yotube:
http://www.youtube.com/watch?v=5Gal221KK5w&list=UUNWaTt2PY7tAOWI1bXAEf_g&index=1&feature=plcp
Aliás, aqui segue os comentários dos vencedores do concurso:
**Olá tudo bem? O show do God Save the Queen foi maravilhoso rsss. Eles realmente fazem jus ao Queen.Como não consegui agradecê-la pessoalmente deixo aqui minha mensagem rss. Agradeço a Lady Taylor e ao site Queen Brazil por realizarem meu sonho. Queen forever yeahhhh!!!!! Simone Tavares.
**Leonardo C. Amaral agradeceu via telefone.
Acesse o yotube:
http://www.youtube.com/watch?v=5Gal221KK5w&list=UUNWaTt2PY7tAOWI1bXAEf_g&index=1&feature=plcp
Aliás, aqui segue os comentários dos vencedores do concurso:
**Olá tudo bem? O show do God Save the Queen foi maravilhoso rsss. Eles realmente fazem jus ao Queen.Como não consegui agradecê-la pessoalmente deixo aqui minha mensagem rss. Agradeço a Lady Taylor e ao site Queen Brazil por realizarem meu sonho. Queen forever yeahhhh!!!!! Simone Tavares.
**Leonardo C. Amaral agradeceu via telefone.
"Bem ele é meu filho"- Jer Bulsara

Daily Telegraph article SUNDAY TELEGRAPH, music news 16 october 2011 by Sheckar Bathia - Jer Bulsara (Entrevista publicada originalmente no fanzine do International Queen Fan Club/2011)
Tradução: Márcia Bulsara
Para sua legião de fãs, ele era uma extravagante estrela do rock britânico .Mas, por detrás de tudo, na verdade, a identidade de Freddie Mercury era algo mais complexo e exótico como demonstrado na foto dele.Nascido Farrokh Bulsara, em uma família indiana que morava em Zanzibar na África, o bebê da foto em preto e branco no carrinho sendo cuidado por uma babá africana em sua casa colonial, um dia chamaria-se Freddie Mercury. Ele conseguiu fama e riqueza antes da AIDS ceifar sua vida aos 45 anos de idade.
Quando se tornou uma estrela mundial, pouco se falou da sua infância. Freddie Mercury foi levado pelos pais para Inglaterra em razão de uma sangrenta revolução e lá construiu uma nova vida.As imagens da sua vida antes da fama, revelam como sua família demonstra seu orgulho em relação à sua origem e agora se prepara para o vigésimo aniversário de morte do filho famoso.
A família de Mercury eram parsis zoroastrianos, religião cujos ancestrais cultuavam na Pérsia(hoje Irã).
Enquanto frontman do Queen, havia rumores de que ele negava sua origem.Mas sua família é parte essencial de sua identidade.Seu pai Bommi, nasceu na Índia e como muitos fugiu para África para trabalhar como um funcionário do estado, trabalhando como caixa da suprema corte do governo britânico em Zanzibar, na época uma colônia da Grã-Bretanha, levando consigo sua esposa Jer.Lá eles criaram Freddie e sua irmã mais nova Kashmira.Quando Freddie fez 8 anos foi enviado para St. Peter Boarding School, uma escola inglesa perto de Bombain, na Índia, onde começou a ser chamado Freddie pelos colegas. Foi lá também que formou sua primeira banda - The Hectics. Nesta época também mostrou seu talento para o piano.
Sra. Bulsara lembrou: Ele estava muito feliz .Desde o início Freddie era musical.Ele pensava em música o tempo todo e poderia tocar qualquer coisa ouvir algo e simplesmente tocar de ouvido.Ele aperfeiçou suas habilidades de piano tocando músicas indianas.
Sra. Bulsara, 89, disse: Uma vez, ele me disse que escreveria músicas.Aí eu, como toda mãe disse a ele que fosse estudar e limpar o quarto.Certo dia, quando fui ao quarto dele, em nossa casa em Felthan, para limpar encontrei aquilo que parecia lixo mas eram papéis com letras de música que Freddie compunha e estavam debaixo do travesseiro.Ele as guardava lá antes de dormir.Ele preferia música a estudar e então meu marido me disse que não entendia o que 'esse menino' queria fazer.Pedi a ele que fizesse algo mais relacionado a emprego, a design gráfico, e então ele disse ' espero não conseguir nada com estes empregos'.Se ele tivesse ido a algum destes empregos as coisa poderiam ter sido diferente.
Ele ficava a maior parte do tempo no quarto e em razão do barulho com vizinhos idosos que estavam se incomodando, Freddie resolveu sair de casa.
Freddie Mercury juntou-se a Brian May, Roger Taylor e John Deacon para realizar o primeiro show principal do Queen em 1973.Seus pais eram contrários ao movimento 'glam rock' que tomava conta do país naquela época, mas compareceram para surpresa de todos.
"Minha lembrança favorita dele é neste primeiro show no Hammersmith Odeon."
Sra. Bulsara diz: "Meu garoto estava mostrando o melhor de si com o apoio de Mott Hoople.Quando o show acabou as pessoas se aproximaram e aí eu e meu marido dissemos que era a hora de o apoiarmos.Eu disse: ' ele é meu filho' e Rock and Roll não era o meu estilo de vida, mas iria apoia-lo em todos os shows.Foi emocionante para mim.Em 1973 ele costumava se vestir de maneira extravagante e então pedi a ele que deixasse o cabelo curto, já que estava muito grande.Ele disse ' não, não mãe este é o jeito de ser.Mas quando o cabelo curto entrou na moda aí ele disse 'Você vê que tive que cortar o cabelo curto e então fiz isto.'
"Ele não se importava.Ele dizia que não queria passar a vida num ônibus porque um dia eu terei motorista e irei a todos os lugares.Pensei que meu filho estivesse sonhando."
Como ele estava cada vez mais famoso, a sua educação estaria ficando em segundo plano.Mas foi algo que ele jamais esqueceu, conforme relata sua família.As tradições fariam parte de sua vida.Suas experiências fizeram com que ele se identificasse mais com a cultura Persa em razão de sua ascendência do que com a Índia onde seus pais foram criados e ele educado.
Infelizmente, muitas pessoas andaram dizendo que havia enterrado suas raizes.Roger Cooke, seu cunhado, disse: "Para um inglês, asiáticos significa indiano.Não, em especial Freddie era persa pela ancestralidade.Ele foi acusado de negar sua herança indiana.Eu não acho que tenha feito isso, mas se o fizesse, teria sido porque ele era persa."
Kashmira disse: "Estamos muito orgulhosos e felizes por ele. A banda Queen é acompanhada por 40 anos sendo que 20 anos deles sem a presença de Freddie.Isso realmente bate duro no peito porque quando vocês está ouvindo Freddie ainda hoje se perde a noção do tempo.Em novembro deste ano faz 20 anos que ele faleceu, que é um longo tempo.Ouvi-lo todos os dias parece-me que ele está por perto.Eu não preciso tocar seus discos porque ele e o Queen estão nos rádios todos os dias.
Artigo publicado no site oficial do Freddie for a day
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Relato EXCLUSIVO do Freddie Mercury Tribute

FREDDIE MERCURY TRIBUTE – 25/11/11- LONDRES- U.K.
O evento que ocorreu no teatro Grand Clapham, contou com os seguintes artistas:
SAS band, Brian May, Cris Thompson, Kerry Ellis, Madeleine Bell, Patti Russo, Tony Vicent e FABBA.. e claro com milhares de fãs de todas as partes do mundo…..
O evento foi organizado pelo fã club oficial e o tema era relembrar os 20 anos de morte de Freddie, de uma maneira muito particular e digna dele: Muita música, risada, bebida e emoções... Devo ressaltar que até a véspera do mesmo, Jacky guardou a “ 7 chaves” o nome dos convidados,, apenas dizendo que o SAS band seriam o carro chefe do mesmo.,... e quem pagou cerca de 25 libras, ficou mais que satisfeito de ver a constelação de artistas que lá foram dar seu carinho e respeito ao Freddie.... Começo explicando o que significa SAS band ( Spike all Stars, heheheh), que foi um mestre de cerimônias maravilhoso perfeito.. Lembro-me que quando soube da morte de Freddie, usei uma tarjeta preta no braço em forma de luto.. e assim que o Queen anunciou o fim da banda ( naquela época), anunciei que era o meu fim como fã...... Felizmente nem a banda nem eu cumprimos os dizeres.... que bom.. estávamos envoltos numa inconformidade.... Mas voltemos ao Tributo: Assim que cheguei juntamente com minha mãe, Ruthinha Mercury, a qual agradeço de coração primeiramente por treinar meus ouvidos ás boas músicas e em especial por sempre gostar de Queen.. acabei sendo criada ouvindo ópera, músicas eruditas e claro, muitos LPS e compactos de Queen.. Minha mãe sempre adorou a voz de Freddie.. e quando fui pela primeira vez ao concerto da banda em 81, ela me incentivou dizendo que eu iria adorar ... Depois em 85, mesmo sendo menor, ela permitiu que eu viajasse com dois amigos ao Rio de Janeiro para ver o Rock in Rio. E claro estar perto de meus ídolos.....mesmo sendo menor de idade.. Agradeço até hoje esta atitude dela, pois em 86.. Freddie se despediria dos palcos, e poucos anos depois nos deixou....Que sortuda eu, heim?!!!! Soube que tiveram algumas brincadeiras com fãs, como Karaoquê, etc... pois na verdade as portas foram abertas por volta das 18 hs, mas eu não estava presente neste momento, cheguei antes de 20 hs.Chegamos e fomos logo recebidas com abraços e beijocas de Jim Jenkins o qual eu entitulo fã nº 01, um amigo querido.. o ele logo deu um jeito de colocar a mamãe sentada no andar de cima.. ficava um pouco longe do palco, mas ok.. Eu comecei então a circular e claro, encontrei muitos fãs vestidos de Freddie,( muitos com bigodes, inclusive euzinha), bandeiras de seus países ( eu também)..e alguns fãs que eu tinha encontrado em Montreux e muitos outros que até a presente data eram amigos virtuais das redes sociais.. mas a sensação é sempre boa: Nos abraçamos, começamos a conversar e ansiosos fazíamos previsões e apostas de quem seriam os convidados.. O frenezi era a expectativas de quem Brian e Roger comparecessem ao evento.. e claro que Brian apareceu, mas infelizmente o Lord Taylor não foi... depois Jacky me disse que ele tava muito ocupado com o projeto do Queen Extravaganza.
Então, Jacky subiu ao palco e apresentou o SAS band, isso era por volta das 20 hs.. A banda foi recebida com muitas palmas e com presença do FABBA, cantaram No One BUT YOU... em seguida a grande surpresa, entra em cena DR>MAY e o teatro veio abaixo de tanta gritaria e emoção.. logo ele chamou Kerry e deram um show de interpretação com Somebody to Love, entre outras músicas.. Em seguida apresenta-se Cris Thompson, Patti Russo, volta o FABBA, Tony Vicent vem nos brindar com seu talento, Madeleine Bell.. e vários artistas retornaram ao palco para cantar grandes sucessos do Queen.. Momento maravilhoso foi o grand finale, onde todos os presentes ( exceto Brian), cantaram a dobradinha mais famosa do Queen: We Will Rock you e We are the champions, claro com o coral mais animado do mundo, os fãs, que cantaram todas as músicas e interagiram com gritos, choros, aplausos e algumas demonstrações de amor e saudades que só fã de Queen é capaz.. Mesmo após o termino do show, muitos fãs ficaram papaeando, tomando cerveja ou vinho, e claro tirando fotos entre si.. Eu corria pra lá e pra cá, pois tinha agendado um compromisso com a Jacky, que teve que correr para dar atenção aos convidados, artistas que estavam deixando o teatro, os fãs e acreditem, deixar a casa em ordem.. PuXA: Quem pensa que organizar eventos de fãs é fácil... que nada... é algo assim: O primeiro a chegar, o último a ir embora, o primeiro a apanhar e o último a reclamar!! Acabei me oferecendo para ajudar.. e posterguei nosso compromisso. Saí juntamente com minha mãe já de madrugada, incornformada porque era fato que Freddie tinha partido há 20 anos... triste com a ausência de Roger,, mas imensamente feliz, de alma repleta de amor, carinho, música e respeito... por ter ido a mais este evento de fãs.. que se abraçam que compartilham suas histórias, seus objetos, seu amor verdadeiro pela banda.. Aqui não há competição , há emoção entre fãs, do tipo: Um fã chega comigo e diz para outros fãs: Esta é a lady Taylor, ela conheceu o Freddie, o Queen.. e prontamente querem c que você compartilhe sua história.. Conheci um homem que teve certa vez, acesso ao hotel ,e viu a banda sentada tomando alguns drinks, como um grupo de homens simplesmente.. ÙNICO, raro e maravilhoso!!! E sim, para poucos privilegiados.. que eu acredito que tem a obrigação de compartilhar isso com outros fãs. Aliás faço um adendo aqui: Durante meu bate papo com Diana Moseley em Montreux, ela me disse que não havia no mundo fãs como os do Queen... Ela trabalha com muitas estrelas, mas NÓS, somos passionais ao extremo.. como Freddie era!!
Vejam ainda dois vídeos feitos por mim: Um com alguns trechos do show e outros com fotos e relato. espero que os fãs de Queen curtam.. e os invejosos.. se mordam, hauhauahu
SAS band, Brian May, Cris Thompson, Kerry Ellis, Madeleine Bell, Patti Russo, Tony Vicent e FABBA.. e claro com milhares de fãs de todas as partes do mundo…..
O evento foi organizado pelo fã club oficial e o tema era relembrar os 20 anos de morte de Freddie, de uma maneira muito particular e digna dele: Muita música, risada, bebida e emoções... Devo ressaltar que até a véspera do mesmo, Jacky guardou a “ 7 chaves” o nome dos convidados,, apenas dizendo que o SAS band seriam o carro chefe do mesmo.,... e quem pagou cerca de 25 libras, ficou mais que satisfeito de ver a constelação de artistas que lá foram dar seu carinho e respeito ao Freddie.... Começo explicando o que significa SAS band ( Spike all Stars, heheheh), que foi um mestre de cerimônias maravilhoso perfeito.. Lembro-me que quando soube da morte de Freddie, usei uma tarjeta preta no braço em forma de luto.. e assim que o Queen anunciou o fim da banda ( naquela época), anunciei que era o meu fim como fã...... Felizmente nem a banda nem eu cumprimos os dizeres.... que bom.. estávamos envoltos numa inconformidade.... Mas voltemos ao Tributo: Assim que cheguei juntamente com minha mãe, Ruthinha Mercury, a qual agradeço de coração primeiramente por treinar meus ouvidos ás boas músicas e em especial por sempre gostar de Queen.. acabei sendo criada ouvindo ópera, músicas eruditas e claro, muitos LPS e compactos de Queen.. Minha mãe sempre adorou a voz de Freddie.. e quando fui pela primeira vez ao concerto da banda em 81, ela me incentivou dizendo que eu iria adorar ... Depois em 85, mesmo sendo menor, ela permitiu que eu viajasse com dois amigos ao Rio de Janeiro para ver o Rock in Rio. E claro estar perto de meus ídolos.....mesmo sendo menor de idade.. Agradeço até hoje esta atitude dela, pois em 86.. Freddie se despediria dos palcos, e poucos anos depois nos deixou....Que sortuda eu, heim?!!!! Soube que tiveram algumas brincadeiras com fãs, como Karaoquê, etc... pois na verdade as portas foram abertas por volta das 18 hs, mas eu não estava presente neste momento, cheguei antes de 20 hs.Chegamos e fomos logo recebidas com abraços e beijocas de Jim Jenkins o qual eu entitulo fã nº 01, um amigo querido.. o ele logo deu um jeito de colocar a mamãe sentada no andar de cima.. ficava um pouco longe do palco, mas ok.. Eu comecei então a circular e claro, encontrei muitos fãs vestidos de Freddie,( muitos com bigodes, inclusive euzinha), bandeiras de seus países ( eu também)..e alguns fãs que eu tinha encontrado em Montreux e muitos outros que até a presente data eram amigos virtuais das redes sociais.. mas a sensação é sempre boa: Nos abraçamos, começamos a conversar e ansiosos fazíamos previsões e apostas de quem seriam os convidados.. O frenezi era a expectativas de quem Brian e Roger comparecessem ao evento.. e claro que Brian apareceu, mas infelizmente o Lord Taylor não foi... depois Jacky me disse que ele tava muito ocupado com o projeto do Queen Extravaganza.
Então, Jacky subiu ao palco e apresentou o SAS band, isso era por volta das 20 hs.. A banda foi recebida com muitas palmas e com presença do FABBA, cantaram No One BUT YOU... em seguida a grande surpresa, entra em cena DR>MAY e o teatro veio abaixo de tanta gritaria e emoção.. logo ele chamou Kerry e deram um show de interpretação com Somebody to Love, entre outras músicas.. Em seguida apresenta-se Cris Thompson, Patti Russo, volta o FABBA, Tony Vicent vem nos brindar com seu talento, Madeleine Bell.. e vários artistas retornaram ao palco para cantar grandes sucessos do Queen.. Momento maravilhoso foi o grand finale, onde todos os presentes ( exceto Brian), cantaram a dobradinha mais famosa do Queen: We Will Rock you e We are the champions, claro com o coral mais animado do mundo, os fãs, que cantaram todas as músicas e interagiram com gritos, choros, aplausos e algumas demonstrações de amor e saudades que só fã de Queen é capaz.. Mesmo após o termino do show, muitos fãs ficaram papaeando, tomando cerveja ou vinho, e claro tirando fotos entre si.. Eu corria pra lá e pra cá, pois tinha agendado um compromisso com a Jacky, que teve que correr para dar atenção aos convidados, artistas que estavam deixando o teatro, os fãs e acreditem, deixar a casa em ordem.. PuXA: Quem pensa que organizar eventos de fãs é fácil... que nada... é algo assim: O primeiro a chegar, o último a ir embora, o primeiro a apanhar e o último a reclamar!! Acabei me oferecendo para ajudar.. e posterguei nosso compromisso. Saí juntamente com minha mãe já de madrugada, incornformada porque era fato que Freddie tinha partido há 20 anos... triste com a ausência de Roger,, mas imensamente feliz, de alma repleta de amor, carinho, música e respeito... por ter ido a mais este evento de fãs.. que se abraçam que compartilham suas histórias, seus objetos, seu amor verdadeiro pela banda.. Aqui não há competição , há emoção entre fãs, do tipo: Um fã chega comigo e diz para outros fãs: Esta é a lady Taylor, ela conheceu o Freddie, o Queen.. e prontamente querem c que você compartilhe sua história.. Conheci um homem que teve certa vez, acesso ao hotel ,e viu a banda sentada tomando alguns drinks, como um grupo de homens simplesmente.. ÙNICO, raro e maravilhoso!!! E sim, para poucos privilegiados.. que eu acredito que tem a obrigação de compartilhar isso com outros fãs. Aliás faço um adendo aqui: Durante meu bate papo com Diana Moseley em Montreux, ela me disse que não havia no mundo fãs como os do Queen... Ela trabalha com muitas estrelas, mas NÓS, somos passionais ao extremo.. como Freddie era!!
Vejam ainda dois vídeos feitos por mim: Um com alguns trechos do show e outros com fotos e relato. espero que os fãs de Queen curtam.. e os invejosos.. se mordam, hauhauahu
and
http://www.youtube.com/watch?v=CDIitQMYHiY&feature=youtube_gdataMúsica do dia:
So close no matter how far
Couldn't be much more from the heart
Forever trusting who we are
And nothing else matters ( Metallica)
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Marc Martel (vocalista do Queenextravaganza)
Fonte: www.marcmartelmusic.com ; fotos: arquivo do Marc no Facebook
Traduzido e enviado por Márcia Bulsara
Uma das memórias que tenho sobre música é a minha mãe tocando piano tarde da noite, tocando para que fossemos dormir.Ela tocava Beethoven 'Moonlight Sonata' ",disse Marc .Com um pai que pregava e conduzia cultos e uma mãe que liderava o coro da igreja além de tocar piano, Marc foi criado num ambiente musical intensivo .Marc Alain Martel nasceu 16 de novembro de 1976, em Montreal (QC) Canadá. Os pais incutiram nele o gosto pela música que o perseguiu por toda a sua infância. Aos oito anos de idade teve aulas de piano, por meio da Disney duetos que ele iria cantar com os amigos.Por horas ficava tentando aprender a tocar guitarra sozinho. Estudou faculdade em Saskatchewan , onde ele formou a banda Downhere com seu companheiro Jason Germain e alguns amigos próximos em 1999."Nossa amizade foi sempre baseada em torno da música", diz Marc. "Nós realmente nos identificamos musicalmente ... percebemos que compartilhamos o mesmo gosto musical, ao mesmo tempo, trazen do diferentes influências." A banda Downhere em que Marc é co-leader desenvolveu seu som ao excursionar em nome do colégio, que enviou seus integrantes para a estrada com produção, iluminação, som, e até mesmo um veículo e trailer. Após quatro anos de faculdade, a banda deixou suas raízes canadenses para trás e se mudou para Nashville, Tennessee, onde assinaram com a gravadora Word. Downhere desde então passou a ganhar vários prémios Juno e um prêmio Dove. Eles lançaram 10 álbuns, incluindo o seu mais recente lançamento, No Altar do Amor, o que reflete uma abordagem diferente para a composição de seus lançamentos anteriores."Para mim, que costumava saber tudo sobre músicas complexas ", diz Marc. " ...e então eu tive uma experiência que me fez mudar de perspectiva . Em um de nossos shows uma garotinha, de pé em frente ao palco com sua mãe iluminou seu rosto quando eu disse que a próxima música seria" How Many Kings " ela olhou para sua mãe e agarrou mão dela. A garotinha cantou toda a música e então pensei comigo mesmo: "Eu tenho que escrever mais músicas assim."Em setembro de 2011, Marc entrou em uma competição para se juntar Roger Taylor, baterista da banda Queen (lendária banda de rock) no palco para a Extravaganza Queen Live Tour. Ao longo de sua carreira com Downhere, freqüentemente Marc era abordado com insi stentes comentários de que sua voz lembrava muito a do cantor Freddie Mercury."Na maioria dos shows que faço sempre aparece alguem dizendo: "Ei, alguém já lhe disse que o som que você toca é do Queen?" ou "aquele cara do Queen" o "Freddie Mercury", diz ele, rindo. "Vejo isto como um grande elogio porque me comparam a um dos maiories cantores de Rock, se não o melhor de todos os tempos.Parece que os fãs vocalista do Downhere não estão sozinhos em seus pensamentos, com a entrada de Marc para o concurso QueenExtravaganza , um vídeo de Marc cantando um dos clássicos do Queen "Somebody to Love", gerou mais de 3,5 milhões de visualizações no YouTube em apenas poucos dias de ser postado.Se é no palco com Downhere ou na tela do computador, Marc tem uma mensagem e uma voz que conquistou milhões na última década. Através da música , Marc tem algo que encanta as pessoas que o ouve."Há sempre tempo para explorar novas sonoridades e arranjos interessantes ... mas a música tem de se conectar com as pessoas ou não há muito sentido para ela. Estou realmente tentando ficar em equilíbrio mágico enquanto escrevo, a união da intrigante arte combinada com forte conexão humana. "Marc atualmente reside em Nashville, Tennessee, com sua esposa, Crystal Martel.Ele venceu o Concurso promovido por Roger Taylor (Queen) e é o atual vocali sta do Queenextravaganza que irá percorrer primeiramente os Estados Unidos e Canadá com seus shows.
A seguir tem um link com as fotos do casamento de Marc e Crystal Martel:
http://www.youtube.com/watch?v=hjTwDOSt6nw
As maiores influências de Marc quando criança foram os músicos do Top 40 do rádio em meados dos anos 80: George Michael, Keith Green que o influenciou muito especialmente pela paixão de tocar piano e maneira de cantar algo que Marc sempre desejou.
A seguir tem um link com as fotos do casamento de Marc e Crystal Martel:
http://www.youtube.com/watch?v=hjTwDOSt6nw
As maiores influências de Marc quando criança foram os músicos do Top 40 do rádio em meados dos anos 80: George Michael, Keith Green que o influenciou muito especialmente pela paixão de tocar piano e maneira de cantar algo que Marc sempre desejou.
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